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Planilha de Precificação de Procedimentos

Custo da hora clínica, insumos por procedimento, comissão e margem desejada — com o preço sugerido calculado automaticamente e o ponto de equilíbrio da clínica.

O preço que veio da concorrente (que copiou de outra)

Pergunte a dez donos de clínica como definiram o preço da toxina e oito vão responder alguma versão de "olhei o que as outras cobram". O problema: a concorrente tem outro aluguel, outra folha, outra taxa de cartão, outra comissão — e talvez também esteja precificando no escuro.

O resultado aparece meses depois: agenda cheia, faturamento razoável e caixa apertado. Procedimentos que parecem lucrativos, mas que — depois de pagar insumo, comissão de 30%, taxa de parcelado e a fatia dos custos fixos — deixam quase nada.

Preço não é chute nem vaidade: é a soma dos seus custos com a margem que você decidiu ter. O resto é consequência.

A fórmula que a planilha aplica

preço sugerido = custo direto ÷ (1 − comissão − taxa − margem)
  • Custo direto = insumos do procedimento + custo da hora clínica × duração. A planilha calcula a hora clínica a partir dos seus custos fixos mensais e das horas produtivas.
  • Comissão e taxa entram como percentual do preço — porque é assim que saem do seu caixa.
  • Margem desejada é decisão sua; a planilha mostra o preço que a sustenta.

E o teste da realidade: informe o preço praticado hoje e veja a margem real de cada procedimento — em vermelho quando você está pagando para trabalhar.

Os 3 erros que a planilha elimina

  • Ignorar a hora clínica — procedimento de 60 minutos consome aluguel, folha e energia. Sem alocar esse custo, o "lucro" é ilusão de ótica.
  • Esquecer que comissão e taxa são percentuais do preço — somar R$ X de comissão ao custo subestima o desconto real. A divisão por (1 − percentuais) corrige isso.
  • Não conhecer o ponto de equilíbrio — a aba final mostra quantos atendimentos de cada procedimento pagam os custos fixos do mês. É o número que separa ansiedade de planejamento.

Preço certo, e depois?

Definir o preço é metade do jogo. A outra metade é saber se ele está se confirmando na prática: quanto cada procedimento faturou, quanto saiu de comissão, qual o ticket médio real. Fazer isso à mão, todo mês, é onde as planilhas morrem.

No CheckApp, o financeiro é integrado à agenda: cada atendimento realizado já entra no controle de finanças, com orçamentos saindo do sistema e relatórios avançados no plano Clinic mostrando o resultado real por procedimento e profissional.

Do preço calculado ao resultado medido

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Perguntas frequentes

Como calcular o preço de um procedimento?

Custo direto (insumos + hora clínica × duração) ÷ (1 − comissão − taxa − margem desejada). É a fórmula da planilha.

O que é custo da hora clínica?

Custos fixos mensais ÷ horas produtivas do mês. Cada procedimento consome uma fatia proporcional à duração — ignorá-la é o erro clássico.

O que é margem de contribuição?

O que sobra do atendimento após insumos, comissão e taxa — o valor que paga os custos fixos e gera lucro. A planilha mostra quantos atendimentos/mês cobrem os fixos.

Devo copiar o preço da concorrência?

Como teto de mercado, ok; como base, não — a estrutura de custos dela é outra. Calcule seu mínimo viável primeiro.

Com que frequência revisar preços?

A cada mudança relevante de custo e no mínimo a cada 6 meses. Com a planilha, atualizou o custo, o preço sugerido recalcula.

Material educativo. Os valores das linhas de exemplo são ilustrativos — confirme decisões de preço com seu contador.

Coloque isso em prática na sua clínica

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